domingo, 27 de janeiro de 2008
Bill Gates e o "novo capitalismo"
Será uma nova estratégia de marketing para o Windows (vender para a base da pirâmide), ou uma sincera proposta de quem tem lido sobre o assunto (futuro do capitalismo mundial)?Eu ainda não aposto em nada!
sábado, 26 de janeiro de 2008
A New Approach to Capitalism in the 21st Century
William H. Gates III (Bill Gates, Microsoft) no Fórum Econômico Mundial 2008, Davos
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
foi-se o tempo em que havia um capitalismo canibal
Bill Gates convoca os líderes a praticar capitalismo criativo
Em um discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos, Bill Gates
(Microsoft Corp.) convocou para um "capitalismo criativo" que utilize
as forças do mercado para atender as necessidades dos países pobres
que estão sendo ignoradas.
"We have to find a way to make the aspects of capitalism that serve
wealthier people serve poorer people as well," disse Gates
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Wikinomics e o início de uma nova ordem social
Uma nova ordem social pós-capitalismo somente pode existir com as pessoas colocando em primeiro lugar a visão social de que o trabalho deve ser para o homem e pelo homem. O resultado da produção deve em primeiro lugar atender as necessidades humanas. Para isso é necessário de cada um o conhecimento de que o resultado do trabalho é para o bem de todos. Posteriormente teremos que distinguir o trabalho concreto (que realmente atende as necessidade humanas) do trabalho virtual ou fictício (criado pelo desenvolvimento capitalista).
Uma mudança de comportamento social no nível de gerar uma mudança na ordem econômica somente tem sentido se tiver amplitude global (este foi um dos motivos que todas as tentativas de desenvolvimento em outro sistema econômico fracassaram).
Os níveis atuais de desenvolvimento da tecnologia de informação e comunicação, da tecnologia em geral, das condições para gestão da produção em nível mundial ao longo de toda uma cadeia produtiva, e das necessidade já atendidas com este desenvolvimento tecnológico e gerencial permitem esta mudança global.
O início das mudanças pode ser suficiente com dois pressupostos: pelas pessoas que tem conhecimento espiritual e atitude ética para compreender a natureza destas mudanças, e por um grupo nacional - no caso: o Brasil (por uma série de motivos que exporemos futuramente).
A dificuldade para as pessoas iniciarem estas mudanças são de ordem prática: a ordem econômica vigente. Como viver fora dela?
Hipóteses:
1- partir de um grupo social que tenha condições de iniciar um novo modelo dentro desta ordem. Este grupo deve algum nível de livre arbítrio em relação a ordem econômica atual.
2- deve abranger todo o conjunto de produtos e serviços necessários para sua sobrevivência.
Esta nova ordem com certeza deve abandonar a proposta de desenvolvimento a qualquer custo (já demonstrado que é insustentável) e iniciar um modelo colaborativo - todos colaboram com todos independentemente de classes.
3- A hipótese que se segue é usar o modelo de colaboração iniciado ou popularizado com a internet: wikinomics ou wikinomia (usarei o termo wikinomics proposto pelos autores quando me referir a internet, mas futuramente adotarei uma mais abrangente).
Mas como fazer para este modelo funcionar em todas as atividades de produção e serviços? Começando pela raiz do problema: acabando com o dinheiro.
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
O milagre do Natal
Para que serve a economia? Para aumentar PIBs, reduzir déficits públicos, cortar juros, manter a estabilidade monetária, garantir superávits comerciais e reservas cambiais a qualquer custo?
Nada disso. A economia serve – ou deveria servir – para ajudar os homens a conquistar e garantir, de modo duradouro, a paz na Terra.
Como? Não só indicando, diante da escassez, o melhor modo de produzir casa, comida e agasalhos para todos. Mas também assegurando a todos as oportunidades de acesso a esses bens essenciais e aos demais bens e serviços que ajudem a fazer da aventura de viver uma experiência criativa, decente e digna.
O Natal nos lembra que o nascimento de cada ser é também a metáfora da renovação cotidiana da esperança na capacidade humana de viver num mundo de justiça e de paz. Acreditem, esse é o grande milagre ao nosso alcance.
Feliz Natal!
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
mercado, concorrentes, preço e desperdícios
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
Uma filosofia para a tecnologia da informação, os modos de produção e o homem no século 21 (v1.0)
Uma filosofia para a tecnologia da informação, os modos de produção e o homem no século 21
Curitiba, 21 de novembro de 2006.
Por enquanto um copiar-colar de textos sobre tecnologia da informação, economia e mercado global, produção e filosofia.
Apenas a última parte é inédita – Consideração final, com algumas conclusões as quais não estão bem demonstradas - ainda!
Ricardo Mendes Junior. (Curitiba, 1958-) Analista de sistemas, Engenheiro Civil, Professor de Ensino Superior, Pesquisador em Desenvolvimento Tecnológico, Doutor em Engenharia de Produção e Sistemas.
A tecnologia da informação e o mercado global
Do telégrafo à Internet, toda nova tecnologia de comunicação acena com a promessa de reduzir distancia entre as pessoas, de aumentar o acesso à informacao, de nos aproximar cada vez mais do sonho de um mercado global de eficiência perfeita e sem restrições (entre nações). Todas as vezes em que isto ocorreu a sociedade, com urgência renovada, colocou-se o mesmo questionamento, e coloca agora novamente: até que ponto devemos nos omitir, "dançar conforme a musica" e fazer todo o possível para eliminar ainda mais ineficiências, ou remar contra a corrente e nos apegarmos a valores que os mercados globais não nos podem proporcionar?
Com a convergência de três fatores: (1) mercado (campo de jogo) global mediado pela web, (2) as novas práticas empresariais surgidas no mercado global e (3) a entrada para o mercado de novos indivíduos antes isolados e agora conectados pela web, teremos uma modificação no modo de os indivíduos se prepararem para o trabalho, de as empresas competirem, de os países organizarem suas economias e geopolíticas. Assistiremos a uma reestruturação. O modelo de criação de valor eminentemente vertical (baseado no comando e controle, hierarquias), até então predominante no mundo, começa a ser substituído por outro cada vez mais horizontal (de interconexão e colaboração). E não só as empresas são afetadas. Tudo o mais sofre as conseqüências: o modo de comunidades e empresas se definirem, como os indivíduos equilibram suas diferentes identidades de consumidores, funcionários, acionistas, cidadãos, qual o papel a ser desempenhado pelo governo. Tudo isso terá de se reconfigurar.
O que estamos fazendo
Citando na íntegra [1] texto de um filósofo:
[1] Com algumas palavras substituídas e que vou identificar após a citação.
"Todas as relações fixas, seguras, cristalizadas, com sua comitiva de antigos e veneráveis preconceitos e opiniões, são varridas, e aquelas recém-constituídas tornam-se obsoletas antes mesmo de se ossificarem. Tudo o que é sólido desmancha no ar, tudo aquilo que é sagrado é profanado, e o homem finalmente se vê compelido a encarar, com sobriedade, suas verdadeiras condições de vida e suas relações com seus pares. A necessidade de um mercado em constante expansão para seus produtos atormenta a sociedade civil em todo o planeta. Ela precisa imiscuir-se por toda parte, estabelecer-se em todos os lugares, forjar elos por todo lado. A exploração do mercado mundial pelas empresas permitiu-lhe conferir um caráter cosmopolita à produção e ao consumo em todos os paises, e, para profundo dissabor dos reacionários, ela puxou debaixo dos pés da indústria as bandeiras nacionais sobre as quais se erguia. Todas as indústrias nacionais ancestrais foram destruídas ou sofrem assaltos diários e vêem-se desalojadas por outras novas, cuja introdução se torna uma questão de vida ou morte para todas as nações civilizadas; por outras que já não utilizam matérias-primas locais, mas provenientes das mais remotas plagas; indústrias cujos produtos são consumidos não só em casa, mas em todos os cantos do planeta. Em vez dos antigos desejos, atendidos pela produção do país, deparamo-nos com novos anseios, para cuja satisfação se fazem necessários produtos de terras e climas distantes. Em vez do velho isolamento e auto-suficiência nacionais, temos o intercurso em todos os sentidos, a interdependência universal das nações. E, assim como no âmbito da produção material, também na esfera intelectual. As criações intelectuais de diferentes países tornam-se propriedade comum. A unilateralidade e a intolerância são cada vez mais inviáveis, e do sem-número de literaturas nacionais e locais emerge uma literatura mundial.
A sociedade global - burguesa, mediante o rápido aprimoramento de todos os instrumentos de produção, mediante os meios de comunicação imensamente facilitados, arrasta todas as nações, mesmo as mais bárbaras, para a civilização. Os baixos preços dos bens compõem a artilharia pesada com que ela derruba todas as Muralhas da China, com que força o obstinadíssimo ódio dos bárbaros aos estrangeiros a capitular. Ela compele todas as nações, sob pena de extinção, a adotar o modo de produção global; compele-as a introduzir em seu meio o que ela denomina de civilização, isto é, a se tornarem, elas mesmas, burguesas. Numa palavra, a burguesia cria um mundo à sua própria imagem e semelhança.
Difícil acreditar que este texto é de 1848, escrito por Marx.
As palavras substituídas foram: sociedade civil, normalmente traduzida como burguesia, mas que em alemão são a mesma expressão (bürgerliche Gesellschaft (Santos, 2006); pelas empresas, onde seria "pela burguesia", para melhor representar o contexto atual (ou iludir o leitor!); sociedade global, também como burguesia – neste ponto introduzi o termo burguesia porque não tinha como evitar; produção global, onde seria produção burguesa, novamente para melhor representar o contexto atual.
A contribuição histórica de Marx
Como contraponto ao capitalismo, surgido no século 15 e com seu auge no século 19, e em decorrência do início da excludencia econômica e social que já era notória, surgiram no século 19 algumas correntes de pensamento com formulacoes filosóficas e econômicas importantes. Esse século foi, assim, marcado por grande efervescência intelectual, destacando-se importantes correntes de pensamento como, por exemplo, o idealismo de Friedrich Hegel (1770-1831), o socialismo utópico de Owen, Furier, Proudhon, o socialismo cientifico/comunismo de Marx e Engels, o anarquismo de Bakunin, etc.
Karl Marx, historiador, filósofo e economista, desenvolveu uma obra que conjugou magistralmente esses três ramos do pensamento humano e consubstanciou uma teoria que revolucionou as ciências sociais, econômicas e políticas e cujos fundamentos permanecem em grande parte validos até hoje. Os ideais socialistas já existiam antes de Marx. Com base na filosofia hegeliana e nesses ideais, ele partiu para a formulação do seu socialismo científico, mais conhecido como marxismo, mediante a negação da dialética do socialismo romântico. O produto mais acabado da teoria desenvolvida por Marx e seu amigo e parceiro Friedrich Engels (1820-1895) foi a teoria do comunismo, publicado em O Manifesto Comunista em 1848.
A face mais conhecida de Marx é indubitavelmente a de "economista" e sua obra mais conhecida é O capital, publicado em 1849. Contudo, Marx teve inicialmente formação de jurista e filosofo, e é isso que à primeira vista parece credenciá-lo como "filósofo" e de cujas idéias se pode falar. Mas essa percepção é equivocada. É justamente a descida de Marx às coisas da terra, às questões materiais que vai pô-lo como um filosofo de grande estatura e cuja "filosofia" não se pode ignorar.
No entanto, na verdade, a filosofia de Marx se constitui numa antifilosofia. Marx mostrou isso em duas pequenas obras: Teses sobre Feuerbach (1845) e A ideologia alemã (1846). O primeiro trata-se de 11 teses, algumas das quais sob a forma de aforismas, que preenchem sumarias quatro paginas e que se encerram com o seguinte e famoso mote: "Os filósofos se limitaram a interpretar o mundo de diferentes maneiras. O que importa é transformá-lo".
Na segunda obra, Marx conceituou o materialismo histórico (em contraposicao ao materialismo então existente), com o conceito de modo de produção:
"Pode-se distinguir os homens dos animais pela consciência, pela religião ou por tudo o que se queira. Mas eles próprios começam a se diferenciar dos animais tao logo começam a produzir seus meios de vida (o primeiro ato histórico dos homens, pelo qual se distinguem dos animais não é o fato de pensar, mas o de produzir seus meios de vida). (...) O modo pelo qual os homens produzem seus meios de vida depende, antes de tudo, da natureza dos meios de vida já encontrados e que têm de reproduzir. Não se pode considerar tal modo de produção de um único ponto de vista, a saber: a reprodução da existência física dos indivíduos. Trata-se muito mais de (...) determinada forma de manifestar sua vida, determinado modo de vida dos mesmos.
Para Marx as relações jurídicas, tais como formas de Estado, não podem ser compreendidas nem a partir de si mesmas, nem a partir do assim chamado "desenvolvimento geral do espírito humano", mas que, pelo contrario, elas se enraízam nas relações materiais da vida, e observa ainda que a anatomia da sociedade burguesa deve ser buscada na economia política.
No prefácio de Para a crítica da economia política (1858-59) Marx vai chegar à forma final do conceito de modo de produção: "Na produção social da própria vida, os homens contraem relações determinadas, necessárias e independentes de sua vontade, relações de produção estas que correspondem a uma etapa determinada de desenvolvimento de suas forças produtivas materiais. A totalidade destas relações de produção forma a estrutura econômica da sociedade, a base real sobre a qual se levanta a superestrutura jurídica e política e à qual correspondem formas determinadas de consciência. O modo de produção da vida material condiciona o processo em geral de vida social, político e espiritual. Não é a consciência dos homens que determina o seu ser, mas, ao contrario, é o seu ser social que determina sua consciência".
Partindo do pressuposto de que o homem é um animal social, a produção da vida é para Marx um processo sempre social. Os homens, ao desenvolverem sua produção material e seu intercambio material, transformam também, com esta sua realidade, seu pensar e os produtos de seu pensar. Não é a consciência que determina a vida, mas a vida que determina a consciência. (...) As frases ocas sobre a consciência cessam, e um saber real deve tomar o seu lugar. A filosofia autônoma perde, com a exposição da realidade, seu meio de existência.
Por isso a filosofia de Marx é uma antifilosofia.
No pensamento econômico essa constatação leva a Marx a afirmar que o homem da sociedade da livre concorrência não é um ser a priori, um ideal que teria existido antes, e que criou a sociedade burguesa (como afirmaram Smith e Ricardo, economistas do século 18). Mas sim um produto, por um lado, da decomposição das formas feudais de sociedade e, por outro, das novas formas de produção que se desenvolvem a partir do século 16.
Na sociedade moderna o individuo isolado e independente, proprietário, livre e soberano, é uma ilusão e assimila essa ilusão à natureza do homem enquanto tal. Mas, ao contrario, esse homem é um produto da igualdade jurídica e da generalização da propriedade privada, com o advento desta sociedade moderna e da afirmação do modo capitalista de produção.
Consideração final
Se a tecnologia da informação criar uma nova estrutura de relações de produção entre as pessoas, como mostrado inicialmente, esta estrutura dará mais valor à colaboração do que à competição. Um exemplo disto, hoje em dia, são as comunidades que desenvolvem software livre.
Tendo como hipótese estas idéias de Marx, conclui-se (?) que poderemos ter como conseqüência a formação de um novo homem social. Um homem mais colaborativo, solidário, liberto de idéias como direitos autorais, direito de propriedade, etc. Este novo homem formará uma nova sociedade aonde os bens e os recursos são do planeta e devem ser explorados em modos de produção que mantenha o planeta em equilíbrio – um modo de produçã o sustentável.
Karl Marx
Tréveris (Alemanha), 5 de maio de 1818 – Londres, 14 de março de 1883
Portanto produziu os textos citados entre os 27 e 41 anos. Casou-se aos 25. Teve cinco filhos com sua esposa, dos quais três morreram na infância. Sua vida sempre foi em péssimas condições financeiras (o que deve ter causado a morte dos seus filhos), mas procurou casar bem suas filhas, inclusive proibindo uma delas de casar-se com um revolucionário comunista francês. Teve um filho fora do casamento, o qual arranjou para que fosse reconhecido como filho por Engels.
Segundo Engels em discurso quando da morte de Marx, Marx foi o homem mais odiado e mais caluniado de seu tempo. Mas ele não tomava conhecimento das difamações, só respondendo quando a necessidade extrema o compelia a tal. E morreu amado, reverenciado e pranteado por milhões de pessoas, e embora, possa ter tido muitos adversários, não teve nenhum inimigo pessoal.
Bibliografia
Os pensadores um curso. Mario Vitor Santos (Org.) Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2006
E se o capitalismo acabasse? Ensaio para um sistema sóciopolítico e econômico que exercita a democracia e recupera a essencialidade humana. L. C. Correa Soares. Curitiba: O Autor: 2001.
O mundo é plano: uma breve historia do século XXI. Thomas Friedman, tradução de Cristiana Serra e S. Duarte. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.
Karl Marx. Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx.
quarta-feira, 7 de junho de 2006
O que é o mercado financeiro atual?
Faz tempo os mercados financeiros descolaram da realidade econômica. Podem manter um pezinho nela, mas o parentesco de seu funcionamento com o que ocorre entre compradores e vendedores de bens e serviços, no mundo real, é cada vez mais distante. A tecnologia propriamente dita e a tecnologia especificamente financeira estão produzindo uma revolução nos mercados de ativos ainda não entendida – e dominada – por inteiro.
O mundo financeiro, conectado pela internet, não tem noite nem dia, sábado, domingo ou feriado. Opera 24 horas por dia, sete dias por semana, surfando nos fusos horários e nas diferentes tradições locais para folgas e horários de funcionamento. Mais globalizado do que qualquer outro, o mercado financeiro não conhece fronteiras nacionais. É possível aplicar dinheiro em qualquer coisa para a qual existam interessados em comprá-la e vendê-la, onde quer que tal mercado funcione, esteja onde estiver o investidor.
Há uma lógica econômica na loucura toda, mas, noves fora alguns princípios clássicos do funcionamento dos mercados, o resto é arbitragem de taxas de juros e, como nos cassinos, cálculo de probabilidades. Não é à toa que o mercado financeiro não é mais um lugar de trabalho cativo de economistas. Estes, coitados, em geral não sabem tanta matemática quanto engenheiros e matemáticos puros. E ser craque em modelos matemáticos de previsão é o principal requisito de recrutamento dos novos talentos.
Artigo completo em
Crioulo doido na economia, 31/05/2006
terça-feira, 6 de junho de 2006
segunda-feira, 5 de junho de 2006
A economia solidária pode substituir a economia capitalista?
Seria a organização solidária inferior e menos produtiva do que a organização capitalista? A resposta passa por assumir que nenhuma das características capitalistas necessita estar ausente da organização solidária, basta (talvez) mudar o nome do "lucro" para "sobras", e, por consequência, a forma de agir com as sobras.
Nosso colega Francisco Trindade considera-a inferior e credita à incapacidade de tomar decisões coletivas com competência. Todos os grupos precisam de um "chefe" na hora de tomar decisões quando se sentem ameaçados. E remete o estudo do fracasso deste tipo de organização ao campo da sociologia e das relações humanas.
Pelo sim, pelo não, os princípios capitalistas de competitividade (com a devida mudança de nome do lucro) aliados aos princípios solidários e de colaboração devem coexistir no empreendimento solidário, e até que a prática da tomada de decisões coletivas seja comum, muitas dificuldades estarão a vista.
Com isto em mente, penso eu, que para sairmos do tipo de empreendimento solidário que vemos hoje no país (quase que totalmente baseado e voltado para os "excluídos"), temos que projetar novos empreendimentos em atividades em que a empresa capitalista existe, num determinado local ou cidade, mas sofre de pelo menos um deste problemas: incerteza da demanda, alta variabilidade da qualidade dos produtores, concorrência externa. Estou investigando ... até breve.
Leia mais no meu Wiki, link ao lado.
sábado, 3 de junho de 2006
Transferindo o meu blog da Economia Solidária
Então, hoje iniciei um wiki: http://ricardomendesjr.jot.com/WikiHome
Os posts do antigo blog eu vou passar para este blog, com as mesmas datas. Novos posts sobre economia solidária continuaram vindo pra cá. O sítio wiki apenas vai conter textos, artigos e propostas mais bem elaborados.
Ah! Também vou passar pra cá os posts do meu blog de corredor de rua (weblogger, preciso achá-lo) e novos posts sobre esse assunto também. No momento estou sem correr por causa da cirurgia de desvio de septo no nariz, e essa virose dos últimos 3 dias.
quinta-feira, 1 de junho de 2006
Secretário de estado decreta fim da política de balcão na assistência
"A assistência social historicamente é um balcão de negócios entre políticos. Nós estamos fechando as portas para esse tipo de política e centrando forças na estruturação de planos em que o Estado só vai co-financiar aquilo que for próprio e de obrigação do Estado, e definido como política estadual e não como política de balcão",
Está no site da secretaria (http://www.setp.pr.gov.br/setp/imprensa/index.php?chave=760*41*6902&id=21)
Comentários: primeiro, ratificou o que todos já sabiam. segundo, temos como acompanhar e cobrar? Pela Internet impossível, os sites estão desatualizados.
Como distribuir os recursos
Hipótese 1: se o imposto circular menos, menores são as chances de disperdícios e corrupção.
Conclusão: falta ainda.
segunda-feira, 24 de abril de 2006
Economia Solidária dissemina “moeda social” nos clubes de trocas
http://www.mte.gov.br/Noticias/Conteudo/11093.asp
Economia Solidária dissemina “moeda social” nos clubes de trocas
Brasília, 18/04/2006 – Os clubes de trocas – ou feira de troca solidária – estão se tornando cada vez mais comum nos encontros de Economia Solidária. Nesses espaços, os pequenos empreendedores disponibilizam uma grande variedade de produtos para comércio, utilizando para isso as chamadas “moedas sociais”.
“Esses clubes de troca são uma forma dos empreendedores escoarem sua produção e não voltarem para casa com produtos, e sim com moedas sociais que podem ser utilizadas em outras feiras de trocas”, explica Carlos Henrique de Castro, do Fórum de Economia Solidária de São Paulo e que participa da organização desses clubes de trocas no estado.
Esses espaços de trocas com “moedas sociais” já são uma constante nas várias feiras realizadas nos estados, com destaque para o “Mate”, utilizado na feira de Santa Maria (RS); o “Pinhão”, muito usado no Paraná, onde existem cerca de 26 clubes de troca; o “Palmas”, que é bastante usado em feiras no Nordeste; e o “Txai”, que serviu de moeda durante o Fórum Social Mundial ano passado em Porto Alegre (RS).
Em São Paulo, durante a I Mostra de Cultura e Economia Solidária, a moeda da vez foi o “Eco-Sampa”. Na I Feira Nacional de Economia Solidária, em São Paulo, participaram sócios de clubes de trocas de todo o país, mas essa participação está aberta para qualquer pessoa.
“Desejamos que um maior número de pessoas ligadas a clubes de trocas, e também aos empreendimentos solidários, tenha acesso ao espaço das feiras de trocas”, diz Castro.
Nesses clubes, a moeda corrente não é o Real. A relação é apenas do valor de face, ou seja, uma “moeda social” vale um real. Mas não podem ser trocadas por real, somente por produtos ou serviços oferecidos no evento.
Em qualquer negociação, os produtos e serviços são trocados ou negociados em “moeda social”.
Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6394/3317-6540 – acs@mte.gov.br
sexta-feira, 27 de maio de 2005
De mudança
Endereço anterior: http://economiasolidaria.weblogger.com.br/. Vai ficar lá, nunca se sabe.
A propósito, três posts foram perdidos nos arquivos para os leitores embora estejam lá.
sexta-feira, 25 de março de 2005
Relações econômicas solidárias e Internet
Comprometimento. Esta é a palavra chave para que tenhamos uma economia solidária alternativa à situação econômica mundial que esta aí. Nos dias de hoje, já não basta apenas promover ações solidárias, sociais ou humanitárias, é preciso ir mais longe. Comprometimento que vai além do simples fazer.
Ao longo dos últimos anos muitas pessoas têm mostrado as fragilidades do sistema econômico mundial vigente e a forma como poucos grupos de pessoas tem se beneficiado deste sistema. Porém, poucas ações têm se expandido além de um círculo de pessoas engajadas com estas novas propostas. É um círculo grande, mas que ainda não atingiu a massa de pessoas que precisaria. E confrontando mecanismos mundiais de decisão (como o Fórum de Davos), o que se tem conseguido é mostrar ao mundo como pode ser melhor o futuro. Estas ações e demonstrações são importantes porque trazem cada vez mais pessoas para esta discussão. Mas a distância entre as propostas e as políticas econômicas - em qualquer nível, ainda é grande. Um elemento que tem sido importante nestas ações é a Internet, pois tem permitido a grupos de todo o mundo discutir e planejar suas ações, como tem sido no caso do Fórum Mundial Social. Mas a Internet pode ser um elemento chave também para a mudança das relações econômicas.
A Internet é um meio de comunicação que se impôs como principal elo de relações entre pessoas que estão distantes umas das outras. Ou mesmo entre pessoas que estão próximas e que estão se comunicando, e trocando informações, a todo o tempo (online, instantaneamente). Para muitos (e ponha muitos nisso), essa comunicação freqüente, instantânea mesmo, já se tornou um hábito ou um vício. Este hábito está passando para outras tarefas comuns no dia a dia, tais como consultar a conta bancária (eu não faço), fazer alguns tipos de compras (eu faço), ler notícias e mesmo os jornais do dia (eu faço), entre outras. Então, podemos utilizar este hábito das pessoas para oferecer-lhes um novo serviço na Internet voltado para as relações solidárias, que pode facilmente (mas lentamente) tornar-se uma nova forma de executar transações econômicas, sem os malefícios do sistema atual.
Ampliar as formas de colaboração solidária utilizando a Internet oferecendo ferramentas para o desenvolvimento de uma economia solidária de fato é uma proposta real e viável.
Um dos possíveis objetivos desta proposta seria criar ferramentas de relações (transações) econômicas solidárias na Internet, de forma similar aos sistemas de transações financeiras bancários, nacionais ou de investimentos (globais). Esta proposta alia três ações:
- conectar as pessoas;
- oferecer ferramentas para que as relações econômicas solidárias sejam registradas e disseminadas;
- criar as bases técnicas para a expansão gradativa deste serviço para todas as atividades econômicas.
A primeira ação (conectar as pessoas) já é largamente disponível na Internet (Orkut, Multiply, Yahoo, MSN, etc.) e com muitos adeptos. Não vamos aqui discutir o que as pessoas fazem com estas ferramentas, mas o fato importante é a familiaridade que cada vez mais pessoas têm com estes ambientes. Um sistema de relações solidárias deve adotar formas de comunicação e relacionamento entre pessoas como as destes sistemas.
A segunda ação (oferecer ferramentas para que as relações econômicas solidárias sejam registradas e disseminadas) também é bastante difundida na Internet, mas é desenvolvida por empresas e associacoes para seu próprios fins e benefícios, tais como os bancos, as administradoras de cartão de crédito, as bolsas de valores, as bolsas de mercadorias e futuros, os pregões de letras e bônus nacionais, o comércio eletrônico (empresas para pessoas, empresas para empresas e outros). Ou seja, a tecnologia existe, os sistemas já são utilizados por muitas pessoas, mas os objetivos econômicos destes sistemas nem sempre beneficiam a maioria da população e em muitos casos nem seus próprios usuários, apenas as empresas que os possuem.
A terceira ação (criar as bases técnicas para a expansão gradativa deste serviço para todas as atividades econômicas) é ação integradora, e nova, para as anteriores possam ser utilizadas em novas bases. Não conheço uma receita pronta de como fazer isso.
Com estas ações estaremos permitindo que as pessoas possam mudar sua forma de relações econômicas conciliando sua visão de sociedade, suas necessidades e também seus interesses econômicos mais imediatos. Como implantar uma proposta como essa? Ainda não há respostas, mas o que posso sugerir é que qualquer que seja o processo, este tem que ser gradativo, lento, tecnicamente consistente, livre e aberto. As pessoas devem usar seu livre arbítrio para decidir pelo uso deste tipo de serviço.
O próprio desenvolvimento das ferramentas de tecnologia de informação, e os programas resultantes, também devem ser livres e abertos, e com a sua sustentação econômica também baseada em relações solidárias. Utilizando as metodologias de desenvolvimento em uso pelos adeptos do software livre, tanto o desenvolvimento, quanto as necessidades e especificações destes programas podem ser gradativamente discutidas, acompanhando as discussões teóricas e conceituais que formarão a base deste novo sistema.
Vale lembrar que o sistema econômico vigente demorou mais de 100 anos para ser consolidado, ao longo da revolução industrial que organizou o trabalho e as empresas, permitindo posteriormente o desenvolvimento das formas para utilizar o capital resultante da atuação das empresas (o lucro), e que culminou no sistema que aí está. Embora pudesse ter seguido outros rumos - mas isto seria outra história, e não a nossa!
Este texto foi escrito para a seção de artigos do sítio Soy loco por ti - América Latina Unida!. Prestigiem esta causa! Foi escrito em uma única vez, com uma uma única revisão, portanto sujeito a muitas críticas e sugestões que serão bem vindas.
domingo, 13 de fevereiro de 2005
Tecnologia de informação na economia da nova sociedade. Demanda de bens e serviços
Conclui-se que a TIC tem sido usada pelos detentores do capital para aumentá-lo de forma relativamente simples e rápida. No entanto a TIC pode ser usada pelo outro lado do mercado, os detentores do trabalho (forças produtivas). A forma como isso pode ocorrer será abordada em vários artigos aqui iniciando por este. Um dos primeiros contextos onde a TIC pode ser fortemente impulsionadora de novos conceitos é em relação ao mercado. Mercado é o contexto onde compradores e vendedores realizam transações. Diz-se que o mercado é a interação entre as forças de oferta e procura. Bens e fatores produzidos são oferecidos (oferta) e adquiridos (procura ou demanda) no mercado. Os bens são produzidos através da combinação de fatores produtivos. Os bens são remunerados por seus preços, e os fatores produtivos por suas rendas. Os recursos utilizados para a produção dos bens - os fatores de produção, são limitados ou escassos.
Este é justamente o problema da Economia: solucionar a equação de recursos limitados para atender as necessidades humanas (bens) que muitas vezes consideradas ilimitadas. Os fatores produtivos são os elementos necessários ao processo produtivo dos bens (materiais): terra, trabalho e capital (para os serviços, apenas trabalho e capital). No sistema capitalista os fatores produtivos são remunerados pela sua renda. As famílias detêm os fatores produtivos e recebem esta renda conforme o tipo de fator produtivo: salários, se trabalhadores; renda da terra, se proprietários; lucros, se proprietários de empresas; e juros, se capitalistas que empretam dinheiro. No mercado atuam os agentes econômicos: famílias, empresas e governo. O governo é aqui incluído porque recolhe impostos das famílias e empresas para prestar serviços públicos. (como pode-se notar, parece simples, mas pelo excesso de negritos, não será assim tão simples!)
O desequilíbrio entre a oferta e demanda é materializado no preço do bem ou serviço. Os economistas consideram que num mercado onde prevalece a livre concorrência, este desequilíbrio é temporário. A força do mercado fará o preço cair se houver excesso de oferta, e caindo o preço, os vendedores irão ofertar menos e os compradores comprar mais, tendendo a um preço que equilibre a procura e a oferta. Da mesma forma a tendência ao equilíbrio existirá se houver escassez de um bem ou serviço fazendo o preço subir.
Adam Smith escreveu (A Riqueza das Nações, Livro I, Cap. 7): "Quando a quantidade posta no mercado é a estritamente necessária para suprir a demanda efetiva, e não mais, o preço de mercado corresponderá exatamente, ou tanto quanto se possa estimar, ao preço natural. A esse preço, é possível dispor de toda a quantidade da mercadoria em mãos, o que não aconteceria a um preço mais elevado".
O mercado de trabalho teóricamente também se comporta desta forma pela interação entre as forças de oferta e demanda de trabalho. As famílias são detentoras dos fatores de produção e, portanto, compõem o lado da oferta de trabalho. As empresas por precisarem dos fatores de produção (cada vez menos!) para produzir (cada vez mais!), demandam trabalho e, portanto, compõem o lado da demanda. Não pode-se confundir trabalho com emprego, neste caso as coisas se invertem, quem oferece emprego são as empresas.
Não entraremos ainda na discussão das relações entre demanda e oferta e os fatores que determinam suas variações, e por conseqüência o comportamento dos preços no mercado de bens, e das relações entre demanda de trabalho e os salários no mercado de trabalho.
Sobre o trabalho Adam Smith escreveu (A Riqueza das Nações, Livro I, Cap. 8): "O produto do trabalho constitui a recompensa natural ou o salário do trabalho. No estado natural de coisas que precede tanto a apropriação da terra como a acumulação de capital, todo o produto do trabalho pertence ao trabalhador. Não há nem proprietário nem patrão com quem deva dividi-lo.
Houvesse tal estado inicial persistido, os salários do trabalho teriam aumentado junto com todos os progressos das forças produtivas que a divisão do trabalho originou. Todas as coisas se teriam tornado, gradualmente, mais baratas. Teriam sido produzidas por uma quantidade menor de trabalho e teriam sido igualmente compradas com o produto de uma quantidade menor de trabalho, pois nesse estado de coisas as mercadorias produzidas por iguais quantidades de trabalho seriam naturalmente trocadas uma pelas outras. Mas, embora todas as coisas houvessem na realizade, se tornado mais baratas, muitas delas poderiam aparentemente se tornar mais caras do que antes, ou poderiam ser trocadas por uma quantidade maior do que outras mercadorias". Isto por causa das diferenças relativas no aumento na força produtiva das atividades (produtividade). Adam Smith coloca aqui um exemplo que não acho necessário reproduzir agora.
No entanto, para tristeza de muitos, Adam Smith não seguiu adiante o seu raciocínio nesta situação do estado natural de coisas, e considerou "despropositado investigar em profundidade seus efeitos sobre os salários, pois a apropriação de terras e a acumulação de capital já havia muito tempo que existiam" (e portanto, não seria ele quem mudaria este novo estado de coisas!).:-(
Pode-se tirar do acima exposto que a estimativa mais exata possível da demanda efetiva pode manter o preço do bem no seu patamar natural. :-)
Essa demanda pode ser estimada por um sistema de informação que atinja todo o mercado (local, regional, nacional ou mundial) do bem ou serviço. Esse sistema de informação é com certeza um sistema orientado para o consumidor do bem ou serviço (comprador ou usuário), e deve ser utilizado por todas as empresas que oferecem o bem ou serviço naquele mercado. O sistema terá todos os consumidores e informações de suas demanda (e aqueles detém o poder sobre estas). Para que este sistema de informação possa ser usado é necessário que não haja concorrência entre as empresas que atuam naquele mercado, mas uma regulação da oferta para suprir, por exemplo, diferentes niveis de qualidade, eventuais quebras por motivos naturais, fatalidades ou outros, para evitar o desabastecimento ou o descontrole da procura.
Assim a demanda efetiva estimada é a quantidade central, em torno da qual a produção de todos os bens e serviços gravitam continuamente.
As flutuações para baixo desta quantidade que não possam ser supridas recaem sobre todos os consumidores, com o racionamento temporário (seletivo ou uniforme). Se esta situação se perdurar, deverá haver transferência de pessoas (trabalhadores) de outras para esta produção, e, se for o caso, formação de novas empresas. As flutuações para cima desta quantidade, além do estoque de segurança, recai sobre o trabalho para sua produção, o qual deve ser diminuído, reduzindo as horas trabalhadas. Se esta situação se perdurar, deverá haver redistribuição de pessoas (trabalhadores) desta produção para outras.
Todas estas informações de demanda, oferta, capacidade produtiva e produção dos bens é gerenciada por um único sistema de informação. As informações deste sistema são transparentes para famílias e empresas. (Vamos tratar do sigilo de informação pelas empresas futuramente).
A filosofia principal como base desta proposta é que a informação é o verdadeiro bem da nova sociedade, sua riqueza, seu mecanismo para regulação, e tudo se faz para manter esse estado de coisas.
Vou abordar em próximos artigos os impactos desta proposta em situações reais atuais como exemplo, e sobre como e onde aplicar este conceito em alguns mercados atuais (no plural para fazer diferenciação entre as diversas formas de regulação entre oferta e demanda para os bens e serviços atualmente existentes - trataremos disso mais tarde).
Notas explicativas
- Todos os artigos a serem escritos neste espaço precisarão de inúmeras revisões, pois resultam de um punhado bem grande de anotações desconexas sobre os temas centrais (Economia, Tecnologia de Informação e Sociedade) baseado na leitura de vários autores e de um esforço iniciante de organização destas anotações;
- Estes artigos tem por primeiro objetivo organizar as idéias e em seguida a elaboração de propostas para a construção de um sistema econômico fortemente apoiado na tecnologia de informação para uma nova sociedade
- Como tudo isto será organizado? Ainda não sei, vamos avançar mais um pouco e descobrir.
- Estes artigos não resultam de nenhuma linha de pesquisa minha ou de qualquer outra pessoa em nenhum órgão privado, público, ONG ou OSCIP.
- Não citarei todos os autores nos quais me baseio para escrever os artigos, pois estes estão saindo de forma um pouco livre. Algumas citações serão necessárias mais para indicação de leitura para os leitores deste blog (sei que existem, embora ainda não os conheça! Usem o livro de visitas ;-)). Ainda vou colocar uma lista de bibliografia detalhada.
