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terça-feira, 6 de junho de 2006

um blog legal de militante na economia solidária

http://miani.codigolibre.net/

Hoje só deu tempo de navegar um pouco.

Boa noite!

segunda-feira, 5 de junho de 2006

A economia solidária pode substituir a economia capitalista?

Os poucos autores que se aventuram nesta seara e as experiências práticas em curso no país parecem não serem capazes de responder a esta pergunta.

Seria a organização solidária inferior e menos produtiva do que a organização capitalista? A resposta passa por assumir que nenhuma das características capitalistas necessita estar ausente da organização solidária, basta (talvez) mudar o nome do "lucro" para "sobras", e, por consequência, a forma de agir com as sobras.

Nosso colega Francisco Trindade considera-a inferior e credita à incapacidade de tomar decisões coletivas com competência. Todos os grupos precisam de um "chefe" na hora de tomar decisões quando se sentem ameaçados. E remete o estudo do fracasso deste tipo de organização ao campo da sociologia e das relações humanas.

Pelo sim, pelo não, os princípios capitalistas de competitividade (com a devida mudança de nome do lucro) aliados aos princípios solidários e de colaboração devem coexistir no empreendimento solidário, e até que a prática da tomada de decisões coletivas seja comum, muitas dificuldades estarão a vista.

Com isto em mente, penso eu, que para sairmos do tipo de empreendimento solidário que vemos hoje no país (quase que totalmente baseado e voltado para os "excluídos"), temos que projetar novos empreendimentos em atividades em que a empresa capitalista existe, num determinado local ou cidade, mas sofre de pelo menos um deste problemas: incerteza da demanda, alta variabilidade da qualidade dos produtores, concorrência externa. Estou investigando ... até breve.
Leia mais no meu Wiki, link ao lado.

segunda-feira, 24 de abril de 2006

Economia Solidária dissemina “moeda social” nos clubes de trocas

Notícia do sítio do Ministério do Trabalho e Emprego'
http://www.mte.gov.br/Noticias/Conteudo/11093.asp

Economia Solidária dissemina “moeda social” nos clubes de trocas

Brasília, 18/04/2006 – Os clubes de trocas – ou feira de troca solidária – estão se tornando cada vez mais comum nos encontros de Economia Solidária. Nesses espaços, os pequenos empreendedores disponibilizam uma grande variedade de produtos para comércio, utilizando para isso as chamadas “moedas sociais”.

“Esses clubes de troca são uma forma dos empreendedores escoarem sua produção e não voltarem para casa com produtos, e sim com moedas sociais que podem ser utilizadas em outras feiras de trocas”, explica Carlos Henrique de Castro, do Fórum de Economia Solidária de São Paulo e que participa da organização desses clubes de trocas no estado.

Esses espaços de trocas com “moedas sociais” já são uma constante nas várias feiras realizadas nos estados, com destaque para o “Mate”, utilizado na feira de Santa Maria (RS); o “Pinhão”, muito usado no Paraná, onde existem cerca de 26 clubes de troca; o “Palmas”, que é bastante usado em feiras no Nordeste; e o “Txai”, que serviu de moeda durante o Fórum Social Mundial ano passado em Porto Alegre (RS).

Em São Paulo, durante a I Mostra de Cultura e Economia Solidária, a moeda da vez foi o “Eco-Sampa”. Na I Feira Nacional de Economia Solidária, em São Paulo, participaram sócios de clubes de trocas de todo o país, mas essa participação está aberta para qualquer pessoa.

“Desejamos que um maior número de pessoas ligadas a clubes de trocas, e também aos empreendimentos solidários, tenha acesso ao espaço das feiras de trocas”, diz Castro.

Nesses clubes, a moeda corrente não é o Real. A relação é apenas do valor de face, ou seja, uma “moeda social” vale um real. Mas não podem ser trocadas por real, somente por produtos ou serviços oferecidos no evento.

Em qualquer negociação, os produtos e serviços são trocados ou negociados em “moeda social”.

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6394/3317-6540 – acs@mte.gov.br